WebStage: Internet as media and business platform

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Mon
6
Oct '08

Campus Party Brasil 2009: Prepare-se

Pelo jeito, a organização da Campus Party está trabalhando a todo vapor:

Há alguns dias, recebi um email divulgando a abertura das inscrições exclusivamente para os “campuseiros” que participaram da edição do ano passado. O atrativo é o preço - dado como “especial”: R$ 100,00, o mesmo valor de 2008.

Além disso, acabo de receber um email divulgando vagas para trabalhar (desde a pré-produção, que já está rolando, até o fevereiro do ano que vem) na organização do evento.

Eles deverão precisar de colaboradores em diversas áreas, mas inicialmente buscam pessoas para ajudar com as tarefas de CRM. Em outras palavras: gente para atender diretamente o público, esclarecendo dúvidas, passando todo tipo de informação útil aos inscritos e interessados, acompanhando todo processo de inscrição e a mantendo comunicação constante com os participantes.

O trabalho é full-time (8h diárias) no escritório da Campus Party, no bairro de Vila Madalena, em São Paulo.

Ficou interessado? Envie um email com seu currículo para francisco.coutinho@futuranetworks.com

Em tempo: Não tenho envolvimento algum com o evento e/ou com seus organizadores. Apenas achei relevante divulgar as duas informações ;-)

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Fri
12
Sep '08

Este blog está de férias

Este humilde editor sairá em férias a partir do dia 13/09.

O blog voltará a ser regularmente atualizado após 06/10 mas talvez alguns posts esporádicos sejam publicados antes disso.

Att.

A Gerência

- servimos bem para servir sempre :o)

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Thu
11
Sep '08

eBook gratuito sobre WebAnalytics

O Ruy Carneiro, coordenador do grupo de discussão “webanalytics_brasil“, do Yahoo Groups e organizador do encontro mensal Web Analytics Wednesday em São Paulo (WAW-SP) propôs aos participantes do grupo a criação de um livro coletivo sobre o tema.

Fui convidado a escrever um dos capítulos mas, por uma série de imprevistos e pela mais absoluta falta de tempo, acabei, infelizmente,  declinando o convite.

Hoje parei para dar uma passada de olhos sobre o extenso e completo material, que resultou em um e-book muito bacana e que pode ser baixado gratuitamente aqui.

Para quem trabalha com Internet e/ou se interessa pela questão das métricas que o meio propicia, recomendo a leitura que pode ser feita de forma não-linear, visto que os capítulos não são cronologicamente encadeados, embora sejam profundamente relacionados entre si.

Fico orgulhoso de ter acompanhando o início do projeto e espero que seja apenas a primeira de uma série de iniciativas como esta.

O mercado agradece.

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Tue
9
Sep '08

A NBC aprendeu só metade da lição …

A NBC divulgou há alguns dias dados sobre sua cobertura das Olimpíadas.

Como era de se esperar - ao menos para quem já lida com meios interativos - os vídeos online ajudaram na audiência da TV.

Metade das pessoas que assistiram vídeos dos jogos pela web, foram atrás dos esportes que haviam perdido na transmissão ao vivo e 40% usaram os vídeos online para rever provas vistas pela TV.

Alan Wurtzel, presidente da área de pesquisa da emissora afirmou - em um conference call com a imprensa - que a Internet raramente canibaliza a TV; pelo contrário, ela  geralmente incentiva o público a acompanhar os dois meios.

O ponto não favorável desta história de uso combinado de meios (a.k.a. cross media) é que - mesmo assim - a NBC concentrou os esforços na venda da publicidade da TV - responsável por mais de U$ 1 bilhão, contra os (comparativamente) míseros U$ 5,75 milhões que o eMarketer estima que o site NBCOlympics.com tenha recebido de investimento.

Em outras palavras: A web teve um excelente papel na cobertura mas foi responsável por pífios 0,5% da receita.

Para quem ainda considera um meio inimigo do outro,  que sirva de lição e prova de como a web amplia o alcance e o interesse pelos outros meios, merecendo maiores investimentos ou ao menos uma divisão mais justa na composição dos valores de um projeto deste porte.

(via eMarketer)

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Thu
4
Sep '08

Melhor utilização da internet em trabalhos de comunicação e planejamento estratégico

Sempre defendi que a web é uma fonte fantástica como ferramenta de levantamento de dados e suporte ao planejamento estratégico.

Atento a isto (não à minha defesa, mas ao fato em si), o Grupo de Planejamento acabou de divulgar um curso de “Power Usability na Internet“, que ocorrerá na ESPM (SP) e será ministrado pela consultora de inovação Paula Rizzo.

O objetivo do encontro é apresentar ferramentas que ampliam a produtividade na exploração dos recursos disponíveis na internet.

Entre tópicos - que possibilitam melhor utilização da internet em trabalhos de comunicação e planejamento estratégico - serão debatidos temas como: ferramentas para monitoramento de assuntos em blogs, aprimoramento de buscas no Google, apresentação de buscadores que são alternativas ao Google, a utilização do Orkut como fonte de insights,  melhores formas de usar importantes fontes de referência, como wikipedia, youtube, del.icio.us network.

Serviço

Power Usability na Internet

Ministrado por: Paula Rizzo, consultora de inovação, colaboradora do updateordie.com, professora da Miami Ad School – Boot Camp de Planejamento e colunista do Blue Bus.
Quando:
19 de setembro, 6a feira, das 14h00 às 19h00
Onde:
Laboratório de Computação ESPM-SP (graduação/ LAB.C604 – Prédio Otto Scherb)
Rua Álvaro Alvim, 123 - Vila Mariana
Quanto:
R$300 para não-associados, R$ 150 para associados
Inscrições: através do email gp@grupodeplanejamento.com.br ou pelo telefone 11-7121-3408 (com Tânia, de segunda a sexta-feira das 13h às 18h)

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Wed
3
Sep '08

Celular no lugar da carteira

A Visa, a Visanet e o Banco do Brasil acabam de lançar um projeto piloto de mobile payment, batizado de “Visa Mobile Pay”.

A iniciativa permitirá que compras com valores de até R$ 100, pagas com cartão OuroCard Visa, sejam feitas através de celulares de qualquer operadora brasileira.

A iniciativa é mundial e o Brasil é o primeiro país a implementar a solução, cujo objetivo é permitir que mais consumidores usem cartão de crédito, sem necessidade de utilizar terminais convencionais;

Entre os estabelcimentos já preparados para aceitar o serviço estão a DHL, em todo o Brasil e a rede Pizza Hut em Brasília, Salvador e Fortaleza.

Para efetivar a compra, bastará que o consumidor informe o número do celular e o nome do banco emissor. Assim que o pagamento for processado pela Visa e pelo Banco do Brasil, o portador recebe um SMS, que deverá ser respondido, confirmando assim o valor da compra.

“Os telefones celulares são atualmente uma das tecnologias de maior penetração da história recente, gerando oportunidades de negócios para todos os envolvidos no sistema financeiro. Com o Visa Mobile Pay, a Visa inova ao tornar real a convergência das tecnologias de meios eletrônicos de pagamento e de celulares, oferecendo agilidade e conveniência para consumidores e comércios em seu dia a dia”, afirma Eduardo Chedid, vice-presidente de Produtos da Visa do Brasil em release.

Sem dúvida é um passo importante, mas receio que a quantidade de estabelecimentos habilitados seja pouco atraente, o que faria o projeto - que tem inegável potencial - naufragar.

Torço para que dê tudo certo, pois acredito, sim, em pagamentos via dispositivos móveis, seja um celular, um smartphone ou outro device qualquer.

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Tue
2
Sep '08

Futuro presidente dos EUA usa Behavioral Targeting

E não é que justamente um dos aspectos mais polêmicos da mídia online está sendo utilizado, vejam só, nas campanhas dos candidatos Obama e McCain?

O Washington Post deu uma matéria - isenta e lúcida -  explicando os detalhes do uso deste tipo de ferramenta e a aplicação na campanha eleitoral dos US & A .

Acho interessante ver que o futuro presidente norte-americano está bem assessorado sobre o tema e que o uso de retargeting, não só não é visto como uma “ameaça” à privacidade como é considerado uma tática inteligente de economizar recursos de campanha.

“Ver as duas campanhas presidenciais utilizando behavioral targeting nos mostra o seu poder como ferramenta de martketing”  Mike Zaneis, VP do IAB US

Será que o próximo presidente vai ajudar a enterrar de vez a discussão BT x privacidade?

Espero que sim.

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'

Enquete nova no ar

Fechei a enquete sobre o iTunes. A maioria das pessoas acredita que o ITunes vai tirar cliente das outras lojas, mas não sei não…

Coloquei uma nova pergunta no ar, sobre o Chrome, browser do Google. Vota aí :)

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Mon
1
Sep '08

De que adianta …

… os sites da Fox Interactive passarem o Yahoo! em quantidade de impressões servidas ( 56,8 milhões contra 53,1 milhões no mês de junho, segundo a ComScore)

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Wed
27
Aug '08

Eu não acredito em engagement

Ontem, enquanto assistia (tardiamente) a um Webinar sobre como medir “visitor engagement” percebi que continuo não acreditando no termo e - menos ainda - na sua aplicabilidade como métrica para Web 2.0

Uma rápida busca no Michaelis Online traz como resposta o seguinte:

engagement
en.gage.ment
n 1 compromisso, obrigação, promessa. I meet my engagements / eu honro meus compromissos. she broke off her engagement / ela rompeu o seu noivado. 2 noivado. 3 encontro marcado, convite, entrevista. 4 contrato para emprego, cargo. I am under an engagement / eu estou contratado. 5 Mil luta, batalha, ação, combate. 6 engrenagem, entrosa­mento. 7 duração de um contrato ou ajuste. 8 tempo de uso.

De todas as definições acima, a única que até poderia fazer sentido é a última mas, mesmo assim, não haveria razão para adotar a nomenclatura,  visto que já existe a métrica de Time Spent.

Felizmente, não sou o único a pensar assim: Avinash Kaushik, autor do livro WebAnalytics: One hour a day e Analytics Evangelist do Google, publicou um post em seu blog com o polêmico e provocante título ““Engagement” Is Not A Metric, It’s An Excuse” (Engagement não é uma métrica, é uma desculpa).

Mais do que uma recomendação, é leitura obrigatória - mesmo que você não concorde com ele ou comigo.

A minha posição não significa que eu considere que ações de Web 2.0 não devam ser mensuradas, mas me parece mais inteligente e adequado, fazê-lo com base no valor agregado que o bom uso do meio oferece às marcas e negócios.

É evidente também que, ao propor [ou impor, em alguns casos] um novo paradigma, a correta análise necessita de novos KPIs, que podem - dependendo do objetivo da campanha - se somar ou substituir as métricas já estabelecidas.

Não existe (ainda bem!) receita de bolo.

O negócio é por a mão na massa e a cabeça para funcionar.

Boa sorte … a todos nós.

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