WebStage: Internet as media and business platform

Escolha uma categoria

PéssimoRuimRegularBomÓtimo (Nenhum voto ainda)
Loading ... Loading ...
Sat
5
Jul '08

2012

Navegando pelo site do IDC encontrei alguns highlights de uma pesquisa entitulada “Digital Marketplace Model and Forecast”.

Segundo o estudo, em 2012, 1,9 bilhão de pessoas terá acesso à Internet - o que significa que 30% da população mundial estará conectada, com mais da metade (53%) dessas pessoas comprando online.

Como já era de se esperar, boa parte deste público usará dispositivos móveis, superando o uso de PCs, atualmente o principal meio de acesso à rede.

O impacto nas atividades será, evidentemente, enorme:

Se hoje em dia, busca, email, notícias e informações financeiras lideram as lista de atividades na web (ainda que 50% também usem IM´s, escrevam/leiam blogs e participem de comunidades), em 2012 ações relacionadas à Web 2.0, tendem a ser destaque, virando o jogo.

Entre os usuários de Internet móvel, downloads de música, vídeos e ringtones serão as principais atividades no mundo todo, em 2012.

O que fica evidente, é que, cada vez mais, a atenção e o tempo online será dedicado à interatividade e à participação do usuário.

Qual será o resultado disso? Não dá para saber, mas quem estiver preparado para o desafio com certeza vai encontrar muitas oportunidades de negócio.

PéssimoRuimRegularBomÓtimo (Nenhum voto ainda)
Loading ... Loading ...
Fri
4
Jul '08

Desequilíbrio

“A receita total de publicidade  equivale a mais de $105 por habitante do planeta, enquanto a receita de publicidade na Internet é de menos de $50 por usuário ativo”

John Gantz, Chief Research Officer do IDC


PéssimoRuimRegularBomÓtimo (Nenhum voto ainda)
Loading ... Loading ...
Thu
3
Jul '08

Vaga de Estágio

Estou com uma vaga aberta na minha equipe.

Requisitos da vaga e mais informações disponíveis aqui

PéssimoRuimRegularBomÓtimo (Nenhum voto ainda)
Loading ... Loading ...
Wed
2
Jul '08

Google testa BT

Complementando o post de ontem, o New York Times divulgou que Gene Munster, analista do Piper Jaffray descobriu que o Google está testando algumas formas de utilizar o arsenal de dados que possui para veicular anúncios com melhor direcionamento; aparentemente, as buscas feitas minutos antes influenciam os resultados dos links patrocinados.

A atual política de privacidade do Google permite a captura de informações pessoais (não identificáveis) em algumas situações, incluindo a veiculação de conteúdo e publicidade segmentada.

Apesar desta “permissão”, um ponto que merece atenção e debate é a dúvida sobre o que a empresa, com a enorme quantidade de dados que possui, pode ou não fazer com eles.

Sinceramente, acho a iniciativa interessante mas, com o barulho que pode gerar, talvez mais atrapalhe do que ajude a popularizar ações de Behavioral Targeting.

O que você acha?

PéssimoRuimRegularBomÓtimo (Nenhum voto ainda)
Loading ... Loading ...
Tue
1
Jul '08

Behavioral Targeting pede transparência

Segundo o eMarketer, a promessa de maior relevância em mídia online deve acelerar a transferência dos investimentos das outras mídias para a web e boa parte desta promessa deve-se ao Behavioral Targeting.

Em uma pesquisa da TNS Global , 72,4% dos respondentes afirmam que anúncios online considerados irrelevantes são intrusivos e desagradáveis, reforçando o principal apelo do BT.

Por outro lado, a pressão de orgãos do governo americano e da sociedade civil em relação à questão da privacidade representa um enorme desafio, principalmente para os veículos.

Uma possível - e até certo ponto, óbvia - resposta é oferecer um alto grau de transparência sobre como os dados [anônimos e não identificáveis] dos usuários são coletados e utilizados. Além disso, é necessário explicitar quais os benefícios que a audiência obtém em troca do uso de suas informações.

A “tradução” das políticas de privacidade de “legalês” para uma linguagem de melhor compreensão ajudaria bastante, ao menos como símbolo do esforço em deixar tudo bem explicado.

Pessoalmente, eu acredito bastante nos benefícios que ações - honestas e bem estruturadas - de BT podem gerar.

E você?

PéssimoRuimRegularBomÓtimo (Nenhum voto ainda)
Loading ... Loading ...
Mon
30
Jun '08

Será que a Dell honra as vendas que faz no site?

Na última sexta-feira (dia 27/06), pela manhã, a Dell veiculava em seu site uma promoção onde ofertava um “kit” cuja descrição era “Oferta referente a Kit Composto por 02 Notebooks Vostro 1400, Processador Intel Core 2 Duo T7250 (2.0Ghz, 2MB L2 cache, 800 Mhz, FSB) - BRH 7731 (incluído no preço)”, ao valor com imposto (e sem frete) de R$ 1.749,00

Imediatamente efetuei a compra, via cartão de crédito, gerando uma ordem de compra.

Pouco depois, outra pessoa da família também efetuou a compra, novamente via cartão, gerando mais uma ordem de compra.

Para minha surpresa, pouco depois, recebemos um email, tendo como remetente a Sra Priscilla Giampaoli [Priscilla_Giampaoli@Dell.com], cuja íntegra reproduzo abaixo:

“—– Mensagem encaminhada —-
De: “Priscilla_Giampaoli@Dell.com” <Priscilla_Giampaoli@Dell.com>
Para:
Enviadas: Sexta-feira, 27 de Junho de 2008 16:32:13
Assunto: Dell

Prezado Cliente,

Estamos cancelando seu pedido, pois a promoção aderida por você está com valor incorreto e o valor final da compra se refere a um notebook e não dois.

Trata-se de um erro momentâneo ocorrido no site, mas já foi corrigido.

Segue embasamento legal:

*** Art.138 do Código Civil Brasileiro. “São anuláveis os negócios jurídicos, quando a declaração de vontade emanarem de erro substancial que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do negócio.”

Obrigado!
Loja Online
Dell Brasil
Fone: 0800 970 3366
Fax: (51) 2104 5409
CONTATE-NOS ATRAVÉS DO: br_atendimento_online@dell.com
VERIFICAÇÃO DE STATUS DO PEDIDO:
http://support.dell.com/support/order/status.aspx?c=br&l=pt&s=gen&~ck=pn
SIMPLIFIQUE A TECNOLOGIA COM A DELL.
Estamos sempre buscando aprimorar nosso relacionamento e atendimento aos nossos clientes.
Envie seus comentários a Nathali Lopes (nathali_lopes@dell.com), nossa Gerente de Vendas.”

Discordo completamente da alegação de que se tratava de um erro “que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do negócio”, já que não há nenhum indicativo de que
uma promoção como esta seja decorrente de um erro ou de uma falha de sistema.

Não há, por exemplo, como saber se a Dell - através da promoção - desejava ganhar mercado, barrar competidores, “desovar” seu estoque ou até mesmo descontinuar a produção deste modelo.

Diante desta impossibilidade, não vejo como o alegado erro “poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do negócio.”

Espero que a DELL volte atrás e honre com seus compromissos, como eu escrevi no email que encaminhei a eles.

PéssimoRuimRegularBomÓtimo (Nenhum voto ainda)
Loading ... Loading ...
Fri
27
Jun '08

Downloads de álbuns gratuitos e legais

Mais uma vez, a gravadora Trama sai na frente das majors no país e oferece downloads gratuitos de álbuns inteiros, antes mesmo das cópias físicas chegarem às lojas

A iniciativa, que já exisitia anteriormente para artistas independentes ou iniciantes, agora vale também para os artistas do elenco da gravadora, caso de Tom Zé, Ed Motta e a banda Cansei de Ser Sexy (CSS).

No hotsite, criado especialmente para a ação - e que fica no ar por tempo determinado - ,  o usuário tem acesso às informações do álbum, podendo ouvir as faixas em streaming antes do download.

Como o público não paga nada, a remuneração do artista e da Trama é resultado de um projeto de patrocínio, modelo que prevê um valor fixo, independente do número de downloads.

Em troca, o patrocinador aparece com destaque no momento da transferência das músicas.

As grandes gravadoras, contudo,  não estão paradas: A EMI  contratou recentemente Douglas Merrill, ex-Google, com o objetivo de criar uma nova estratégia global para o negócio de música digital.

Para o Brasil, a expectativa da gravadora é ter 10% de seu faturamento e 30% de seu lucro como resultados obtidos através de sua divisão de música digital, já que - em entrevista ao Valor, Marcelo Castello Branco, presidente da EMI no Brasil, afirma que “A música digital é prioridade”.

Márcia Elena Almeida, gerente da área digital da Universal Music Brasil, acredita que essa tendência de remuneração através do patrocínio começa a acontecer no mundo todo. A razão para isso, segundo ela é que “Os usuários estão acostumados ao conteúdo gratuito, seja música ou cinema. Ele parte do pressuposto de que tudo na internet é de graça”.

“Os videoclips da Universal vistos no YouTube são remunerados com a publicidade da página”, diz Márcia, também ao Valor.

Como consumidor, acho extremamente elegante e simpático o modelo. Como publicitário vejo uma possibilidade bastante interessante de se agregar marca e conteúdo, principalmente um conteúdo que o usuário almeja;

Além disso, este relacionamento marca - artista pode [e, ao meu ver, deve] ser expandido para além dos meios digitais, por exemplo com o mesmo patrocinador oferecendo o álbum para download e apoiando a turnê do artista, atrelando-o,  se for o caso, a uma ação promocional.

Quem sabe isto não seja o início de um novo tempo, onde as gravadoras não só não serão contrárias, mas até estimularão a livre circulação de faixas em ambientes digitais. Tomara!

PéssimoRuimRegularBomÓtimo (Nenhum voto ainda)
Loading ... Loading ...
Tue
24
Jun '08

Brincando de Pinky e Cérebro

O Google em breve irá lançar seu serviço de medição de audiência de internet, passando a competir com a ComScore e com o NetRatings (da Nielsen, representado no Brasil pelo IBOPE).

Vejo diversos aspectos negativos na iniciativa:

1. O mercado, que já sofre com o excesso de métricas, vai ficar ainda mais complicado, visto que será mais difícil (para não dizer impossível), compatibilizar os dados dos 3 fornecedores, gerando desconforto, insegurança e dúvidas para anunciantes e agências.

2. Um player do porte do Google, ao oferecer gratuitamente um serviço pelo qual seus concorrentes cobram, pode - potencialmente - desestabilizar o mercado. No caso do Google Analytics (e possivelmente com a Double Click em sua versão free) isto não acontece porque as funcionalidades oferecidas pelas ferramentas concorrentes são, via de regra, em maior número e mais completas.

3. Este lançamento acentua ainda mais o conflito de interesses entre as diversas unidades de negócio da empresa. Veículo, Adserver e agora Instituto de pesquisa colocam um poder enorme na mão da companhia, o que não é interessante para ninguém, a não ser para o próprio Google.

Sinta-se à vontade para completar a lista. Use os comments e eu vou adicionando ao post.

PéssimoRuimRegularBomÓtimo (Nenhum voto ainda)
Loading ... Loading ...
'

Terreno fértil

O IBOPE lançou semana passada, em um evento, um novo serviço focado - e baseado - nas redes sociais.

Para o mercado brasileiro, a iniciativa faz todo o sentido, já que segundo dados do Netview , somos líderes entre os 10 países onde a ferramenta coleta dados (*), com cerca de 18 milhões de pessoas (78,2% dos usuários domicilares) usando blogs e comunidades.

Um dado importante, que qualifica ainda mais o uso,  é a transversalidade entre as atividades nos diversos serviços / ferramentas existentes. Um bom exemplo são os convides para o Twitter , que circularam pelo Orkut.

O serviço oferece um estudo de marcas, a partir de um modelo estatístico e de uma metodologia baseada no apontamento de dados impessoais coletados [impessoais] para classificar o perfil do usuário.

Um software [robô], desenvolvido em parceria com a USP, acessa comunidades positivas [Eu amo] , “negativas” [Eu odeio] e “neutras”, pré-selecionadas pelos analistas do instituto para servirem de “comunidades-chave”.

O robô captura as 50 últimas pessoas de cada uma das comunidades-chave, considerando-as como “ativas” para, posteriormente, varrer todas comunidades das quais estas pessoas participam, conseguindo determinar alguns traços característicos, validado por um trabalho de avaliação semântica, feito por humanos.

Minha expectativa era ver algo mais “parrudo”, em estágio mais avançado de desenvolvimento e que trouxesse alguma novidade e não apenas a análise de dados obtidos no Orkut, tabulados de modo a oferecer algumas informações, mais ou menos úteis, dependendo do objetivo de quem a lê.

Tenho críticas ao produto e a principal é relativa ao desvio que as comunidades com muitos membros (ex: “Só mais 5 minutinhos“) podem impor aos resultados na hora de identificar tendências com base nas comunidades que os usuários selecionados frequentam.

Me parece natural que comunidades gigantes tenham maior sobreposição com as comunidades-chave, não?

Como conceito, achei o produto potencialmente interessante, mas não vi nada de outstanding, motivo pelo qual tenho dúvidas sobre a real eficiência do estudo. Na prática, o que o difere do Google Trends for Websites?

Você esteve na apresentação?  O que achou do produto?

(*) Brasil, EUA, Japão, Austrália, França, Alemanha, Itália, Suécia, Reino Unido e Espanha

PéssimoRuimRegularBomÓtimo (Nenhum voto ainda)
Loading ... Loading ...
Mon
23
Jun '08

Internet faturando 1 BI de euros. E isso é só o começo :)

Acabei de ver no MMOnline que 18% de toda receita do Publicis Groupe - 4º maior grupo publicitário do mundo - já é obtida por ações digitais.

Em números absolutos, a soma é próxima a 1 bilhão de euros, mostrando que o negócio tá ficando - ainda bem! - sério e atraente.

Maurice Lévy, chairman e CEO do grupo, prevê que a participação do segmento digital nos negócios do grupo suba para 25% até 2010.